Resenha de Trilha Sonora: THE MAGNIFICENT SEVEN – James Horner, Simon Franglen


magnificent-seven-2016-cdMúsica composta por James Horner e Simon Franglen, regida por Carl Johnson
Selo: Sony Classical
Formato: CD
Lançamento: 16/09/2016
Cotação: star_4

Há pouco mais de um ano, o diretor Antoine Fuqua contava ao seu mais novo amigo, o compositor James Horner, o seu desejo de refilmar o faroeste Sete Homens e Um Destino (The Magnificent Seven, 1960) – por si próprio, a versão americana do clássico japonês Os Sete Samurais (Shichinin no Samurai, 1954). Inicialmente relutante, Fuqua foi convencido por Horner a seguir em frente com o projeto, que, estrelado por Denzel Washington, Chris Pratt e Ethan Hawke, contaria a história dos sete pistoleiros do título, encarregados de defender uma pequena cidade do impiedoso vilão Bartholomew Bogue (Peter Saarsgard). Após uma feliz colaboração com o diretor no drama de boxe Nocaute (Southpaw, 2015), Horner obviamente desejava estender a parceria ao novo longa, seu primeiro western em mais de doze anos.

O Sete Homens e um Destino original contou com uma memorável partitura do lendário Elmer Bernstein, tida como uma das grandes trilhas para faroestes da história do Cinema. Além de ser um dos titãs da música de cinema, Bernstein também era uma espécie de ídolo para Horner, que, em entrevistas anteriores, falava de sua admiração pelo mestre. De fato, não é difícil imaginar um James Horner criança, saindo de uma sessão do filme imaginando ser um cowboy, e impressionado com a trilha que saía das caixas de som do cinema (pode parecer lenda, dado o estado das trilhas sonoras hoje em dia, mas é sério: havia uma época em que a música não se contentava em servir de papel de parede e realmente se fazia notar nos filmes). Dessa forma, seu trabalho numa nova versão do filme serviria como uma forma do compositor prestar sua homenagem ao ídolo.

Assim, enquanto Fuqua trabalhava na pré-produção do filme, na Louisiana, o compositor escreveu algumas demos para piano, baseadas em suas impressões sobre o roteiro do filme, e as apresentou ao seu antigo colaborador, Simon Franglen, enquanto estava em Londres para as gravações de seu concerto Collage. O plano dos dois era apresentar o material a Fuqua, na esperança de que ele o contratasse para musicar o filme. Infelizmente, antes que ele tivesse essa oportunidade, Horner faleceu num trágico acidente de avião, em 22 de junho de 2015, chocando amigos, colegas na indústria de cinema e milhões de fãs ao redor do globo.

Apesar da tragédia, Franglen decidiu levar adiante o desejo do seu antigo amigo. O sujeito criou uma suíte baseada nos temas de Horner e a mostrou a Fuqua. “James lhe deixou um presente”, ele dissera. O surpreso diretor, então, apaixonou-se pela música, e encarregou Franglen e outros antigos colaboradores de Horner, como Simon Rhodes, J.A.C Redford, Joe Rand e Jim Henriksen, de criarem uma trilha completa baseada no material escrito pelo falecido compositor. O resultado, amplamente divulgado na mídia, é uma trilha anunciada como o último trabalho de James Horner para o cinema, que agora, mais de um ano após a morte do compositor, finalmente podemos desfrutar. Assim, qual é o resultado final da trilha? A antiga equipe de Horner conseguiu superar o imenso desafio que tiveram pela frente?

Em primeiro lugar, vamos tirar o elefante da sala: embora não contassem com o talento e a habilidade do compositor, o profissionalismo de Franglen e seu grupo fez com que a trilha soasse como um verdadeiro trabalho de Horner, e não como uma má imitação. Possivelmente, as décadas de colaboração com o músico californiano lhes trouxeram um profundo entendimento de como ele abordava suas trilhas e de como teria trabalhado no longa. Portanto, é difícil dizer onde terminam as ideias originais de Horner e onde começa o material novo que Franglen e a equipe obviamente tiveram de escrever para abordar as partes do filme que a suíte não cobria.

O resultado final é um score de faroeste que, apesar da mencionada admiração de Horner por Bernstein, não soa como a clássica trilha do compositor para o longa estrelado por Yul Brynner, Eli Wallach, Steve McQueen e Charles Bronson. Longe do heroico tema principal de Bernstein, a música de Horner está mais relacionada aos seus scores para longas de temática similar, como Coração de Trovão (Thunderheart, 1992) – utilizada como temp track por Fuqua – e Desaparecidas (The Missing, 2003), que apresentavam uma versão dura e violenta do oeste americano. Além disso, como não poderia deixar de ser, a trilha inclui diversas referências a trabalhos anteriores de Horner, para os mais variados gêneros. Quer tenham sido plantadas pelo próprio compositor (constantemente atacado por seus críticos por toda a sua carreira por plagiar a si mesmo), ou por Franglen, como forma de um aceno final aos fãs, esta última trilha quase pode ser vista como uma espécie de Greatest Hits.

Tais referências, aliás, começam já na primeira faixa: Rose Creek Opression inicia-se com trompetes em eco, exatamente como a trilha de Horner para Mercenários das Galáxias (Battle Beyond the Stars, 1980), o que é duplamente interessante. Afinal, esta foi a sua primeira partitura para um longa cinematográfico, servindo portanto como um interessante encerramento para a carreira de Horner, ligando seu primeiro filme ao último. Além disso, é interessante notar também que Mercenários das Galáxias, hoje mais lembrado como um clássico trash de Roger Corman, transportou a premissa do primeiro Sete Homens (e do clássico de Kurosawa) ao espaço sideral, o que é sempre divertido.

O restante do cue, porém, mistura texturas eletrônicas, orquestra, shakuhachi, percussão e vocalizações. Faixas como essa, que construíam a tensão de forma etérea e enervante, fizeram parte de trilhas anteriores de Horner, como Jogos Patrióticos (Patriot Games, 1992) e partes de Lendas da Paixão (Legends of the Fall, 1994) e Coração Valente (Braveheart, 1995). Apesar de que nunca foram exatamente o tipo de faixas de ação preferidas pelos fãs do compositor, seu uso aqui traz sensações nostálgicas. Mais tarde no disco, a longa Takedown traz novamente esse mesmo estilo e o desenvolve melhor, soando quase como um “parente do Velho Oeste” da Revenge de Coração Valente.

Além disso, a pesada e trágica Street Slaughter combina cordas, percussão e vozes dramáticas, num clima apocalíptico não muito diferente do ouvido em Honra & Coragem – As Quatro Plumas (The Four Feathers, 2002) ou no cue Shutting Down Grace’s Lab de Avatar (idem, 2009). Depois, Chisholm Enrolled é uma faixa mais melancólica e reflexiva, trazendo novamente um motivo para piano ouvido antes em Uma Mente Brilhante (A Beautiful Mind, 2001) e O Espetacular Homem-Aranha (The Amazing Spider-Man, 2012). Já a tocante Red Harvest tem como destaque as flautas étnicas do solista Tony Hinnigan que, combinadas ao piano, fazem uma bela representação da cultura indígena norte-americana, assim como em Códigos de Guerra (Windtalkers, 2002) e O Novo Mundo (The New World, 2005).

Por outro lado, So Far So Good retrata a tensão antes do confronto final, com trompetes e percussão que parecem saídos diretamente de scores como Quebra de Sigilo (Sneakers, 1992) e Apollo 13 (idem, 1995), além de alguns floreios de piano que eram mais comuns em filmes do compositor nos anos 1990 (geralmente, longas com menos ação do que este). Finalmente, como não poderia deixar de ser, o icônico e sempre polêmico “motivo de perigo” (sim, aquele mesmo) não poderia deixar de fazer sua aparição – afinal, esta será provavelmente a última vez que o ouviremos num filme inédito. Ouvido aos 0:34 de Lighting the Fuse, a decisão de incluí-lo aqui aparentemente foi de Franglen, não como um tributo a Horner, mas sim porque era exatamente  o que a cena em questão pedia.

A trilha é estruturada em torno de três temas: um para os sete homens do título, outro para a cidade de Rose Creek e outra para o vilão Bartholomew Bogue. O primeiro é uma melodia que, ao invés do heroísmo à moda do Velho Oeste do tema de Bernstein, retrata mais o lado nobre e justo de sua causa. Sua primeira introdução é aos 1:57 da segunda faixa, Seven Angels of Vengeance, porém, ele fica ausente por boa parte do disco, retornando apenas em So Far So Good, no qual ganha uma performance quase elegíaca. Porém, é na batalha final em que o tema dos sete magníficos ganha contornos verdadeiramente heroicos, em cues como Faraday’s Ride e The Darkest Hour.

Mais proeminente do que ele na trilha é o tema de Rose Creek, a cidade que os sete homens devem defender. Após uma bela introdução, aos 0:50 de Volcano Springs, ele é utilizado tanto para retratar a opressão a que os habitantes da cidade estão submetidos, como também sua força para se rebelar e combater Bogue e seus capangas. Em A Bear in People’s Clothes, ele é ouvido num fatídico violino solo. Em Town Exodus/Knife Training e 7 Days, that’s all You Got, o tema de Rose Creek ganha orquestrações dramáticas e incertas, com cordas e trompas – a primeira, estranhamente, me lembrou de algo que Howard Shore poderia ter escrito para O Senhor dos Anéis: As Duas Torres (The Lord of the Rings: The Two Towers, 2002). Por outro lado, em Pacing the Town e Bell Hangers, ele ganha contornos mais decididos e enérgicos, como se a cidade finalmente entrasse na batalha contra seus opressores.

Por fim, o tema de Bogue foi descrito por Franglen como uma cobra, rastejando pela trilha. Ele é ouvido primeiramente em Devil in the Church, em violinos e banjo, e depois em cordas, com ameaçadoras texturas eletrônicas, em Sheriff Demonted. Já no clímax, em Horne Sacrifice, o tema do vilão ganha sua interpretação mais grandiosa, quase gótica, demonstrando que sua vitória estava próxima.

O mais curioso, porém, é a forma que Horner e Franglen encontraram para utilizar o famoso tema de Bernstein. Ao invés de incorporar a icônica melodia, os dois compositores fizeram uso apenas do ritmo que a conduzia, disfarçando-o em meio à sua própria música. Em Lighting the Fuse o ritmo é ouvido na percussão, em meio ao mesmo motivo de Mercenários das Galáxias que abre o disco, agora nas cordas. Na faixa seguinte, Volcano Springs, seu uso fica mais evidente – por um curto momento, o ouvinte pode até pensar que a melodia irá desembocar numa versão completa do tema de Bernstein, mas, ao invés disso, ela dá no mencionado tema de Rose Creek, com o ritmo em contraponto. Nos últimos segundos de Street Slaughter, porém, ouvimos o ritmo numa violenta e seca percussão: uma indicação de que o longa de Fuqua é mais sombrio e violento do que o clássico sessentista de John Sturges. Por conta disso, mais adiante, em Takedown e Bell Hangers, o ritmo de Bernstein é ouvido de forma subjugada, quase oculta, num banjo na primeira e no shakuhachi na segunda, de forma tensa e nervosa.

Durante o clímax, todos esses temas, o dos sete magníficos, de Rose Creek, de Bogue e o ritmo de Bernstein, colidem num confronto final adequadamente representado pela música. O prólogo da batalha é a bela The Deserter, uma das faixas mais emocionais do disco. Depois, Army Invades Town traz de volta um pouco da intensidade que Horner deu à batalha final de Avatar. Faraday’s Ride é mais otimista, com fanfarras heroicas nos metais representando os feitos dos sete, enquanto Horne Sacrifice, por outro lado, é mais sombria e sinistra. A melhor faixa, porém, é The Darkest Hour, que, após um início tenso, logo incorpora tons mais heroicos e grandiosos. Na sequência, House of Judgment inicia com uma interpretação ameaçadora do tema de Bogue. Lentamente, porém, ele é substituído por orquestrações mais nobres e uma belíssima performance do tema dos sete homens numa voz de soprano, no melhor estilo Edda Dell’Orso – um aceno de Horner e Franglen a outro mestre da música de westerns, Ennio Morricone?

Por fim, o disco se encerra com a vitoriosa e conclusiva Seven Riders, uma faixa tocante que faz uma ótima mistura do tema de Horner para os sete homens e do ritmo de Bernstein. Franglen, que comparou essa união de uma trilha nova a uma antiga à forma como Michael Giacchino incorporou o clássico tema de Alexander Courage a seus scores para Star Trek, e o resultado final da faixa acaba sendo um belo tributo aos dois mestres, grandes compositores que marcaram a história do Cinema e agora cavalgam juntos.

Admito que escrever essa resenha foi um trabalho mais difícil do que o normal. Não apenas pela quantidade de temas e detalhes ocultos (muitos deles perceptíveis apenas numa segunda ou terceira audição), mas também porque esta será a última vez em que ouviremos uma trilha inédita de James Horner. Nada de Hacksaw Ridge ou de The Great Wall (atualmente, nas mãos de Rupert Gregson-Williams e Ramin Djawadi, respectivamente). Nada de sequências de Avatar, que, estreando a partir de 2018, seriam a oportunidade perfeita para Horner ter uma saga cinematográfica para chamar de sua, similar a Williams e seu Star Wars ou Shore e os longas da Terra-Média. James Cameron, Antoine Fuqua, Jean-Jacques Annaud e outros deverão encontrar outro compositor para musicar seus novos filmes. Mesmo o meu julgamento desta trilha final talvez esteja nublado pelo fato de que esta será a última vez que terei a oportunidade de resenhar um novo trabalho do homem que me fez apreciar a Música de Cinema, em primeiro lugar.

Por outro lado, imagino que devemos ser gratos a Franglen, Redford, Rhodes, o maestro Carl Johnson (que regeu este score), entre outros, por nos dar uma última oportunidade de ouvir a música de Horner. Não fosse o talento e a dedicação desses homens ao mestre, talvez a última obra do compositor se perdesse no tempo. É difícil especular se a trilha seria muito diferente caso Horner estivesse vivo para completá-la do início ao fim, mas eu gosto de pensar que, onde quer que esteja, ele teria apreciado o resultado.

Faixas:

1. Rose Creek Oppression  1:54
2. Seven Angels of Vengeance  3:24
3. Lighting the Fuse  1:21
4. Volcano Springs  2:56
5. Street Slaughter  3:22
6. Devil in the Church  2:06
7. Chisolm Enrolled  3:10
8. Magic Trick  2:37
9. Robicheaux Reunion  1:47
10. A Bear in Peoples Clothes  2:01
11. Red Harvest  2:02
12. Takedown  5:50
13. Town Exodus – Knife Training  2:10
14. 7 Days, that’s all You Got  1:49
15. So Far So Good  4:32
16. Sheriff Demoted  1:58
17. Pacing the Town  3:53
18. The Deserter  4:52
19. Bell Hangers  1:43
20. Army Invades Town  3:34
21. Faraday’s Ride  4:03
22. Horne Sacrifice  2:42
23. The Darkest Hour  4:28
24. House of Judgment  5:25
25. Seven Riders  2:58
26. MP3 & ITUNES ONLY: The Magnificent Seven (composed by Elmer Bernstein)  1:49

Duração: 78:26

Tiago Rangel

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8 opiniões sobre “Resenha de Trilha Sonora: THE MAGNIFICENT SEVEN – James Horner, Simon Franglen”

  1. Ótima resenha, como sempre.

    Realmente é uma pena Horner ter nos deixado quando ele ainda tinha muita criatividade para presentear a música cinematográfica com mais obras inesquecíveis.

    Gostaria de saber a opinião da equipe do “Scoretrack.net’ sobre a contratação de Michael Giacchino para compor a música de “Doutor Estranho”.

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    1. Oi, Otávio, tudo bem? Agradeço o elogio pelo texto, é sempre um incentivo para procurar sempre escrever reviews melhores! ;)

      Sobre o Giacchino em Doutor Estranho: confesso que eu me senti levemente desapontado, pois tudo indicava que o compositor seria Christopher Young. Afinal, ele já havia colaborado com o diretor Scott Derrickson em vários outros filmes anteriores, e já até falava sobre a possibilidade de compor para o longa em entrevistas. No entanto, não sei se foi a Marvel/Disney, que ficou receosa de apostar suas fichas em alguém como Young que, apesar de extremamente talentoso, passou a maior parte da carreira em filmes menores, ou se foi o próprio Young, “traumatizado” com filmes de heróis depois de sua experiência ruim em Homem-Aranha 3.

      Mesmo assim, claro, Giacchino é um ótimo compositor, não duvido que seu trabalho (gravado em Londres, tal qual sua trilha para O Destino de Júpiter), esteja excelente. Parece que o próprio Scott Derrickson andou dizendo que é a melhor trilha da Marvel e que o tema do Doutor está incrível. E, pra alguém tão acostumado a colaborar com Young, só posso supor que ele tenha bom gosto musical rs.

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      1. “…ou se foi o próprio Young, “traumatizado” com filmes de heróis depois de sua experiência ruim em Homem-Aranha 3.”

        Oxe… E teve treta no score de Spider Man III? Young tá tão a vontade nos extras (falando bem do Raimi e tudo) que nem parece…

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        1. Então, no 2, a história é bem conhecida, Elfman e Raimi quase saíram no tapa nas gravações e uma boa parte da trilha original dele para o segundo filme terminou ou substituído por cues do primeiro, ou por outros cues escritos por gente como Deborah Lurie, John Debney e o próprio Chris Young. Duas cenas-chave do filme tem trilha do Young, substituindo a música do Elfman: a do experimento que dá errado, resultando na criação do Dr. Octopus, e a icônica batalha do vilão com o Aranha no metrô.

          No terceiro, ainda que a experiência do Young não tenha sido tão horrível quanto a do Elfman, certamente foi bem difícil. Um punhado de temas que ele escreveu para o filme (love theme, Mary Jane, tia May) terminou não usado. Pelo visto, o pessoal da Sony/Columbia percebeu que a trilha do Young não incluía material suficiente do Elfman para fazer a audiência recordarem dos dois primeiros filmes, e chamou alguns músicos para inseri-los bem no meio dos cues do Young. No caso, os compositores adicionais foram os próprios Debney e Lurie (!), retornando pra fazer um trabalho similar no terceiro filme. Além disso… sempre devemos ter em mente que a trilha do Young nunca foi lançada oficialmente, o que é um absurdo, para um blockbuster do tamanho de Homem-Aranha 3.

          Abaixo, um link para uma ótima entrevista do Young na época de Spider-Man 3, onde ele discute sua trilha em profundidade, seu trabalho no segundo filme do herói aracnídeo, relação com o Raimi, estúdio interferindo em sua música, e muito mais:

          http://www.aintitcool.com/node/32911

          Por outro lado, pelos filmes que ele fez junto ao Derrickson, eu gosto de pensar que, se chamado, Young certamente toparia – lembro até de ele numa entrevista, de uns dois anos atrás, dizendo que já estava até pensando em temas similares pro Dr. Estranho… Mas a Marvel, claro, preferiu apostar num compositor mais famoso e experiente em blockbusters.

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          1. Nossa, não sabia de nada disso, além dos problemas com o Danny Elfman no segundo. É uma pena que o Young não trabalhou em Doutor Estranho, mas é muito bom ver o Giacchino trabalhando nesse tipo de filme, afinal como diz em seu twitter, ele é um “compositor nerd que algumas vezes compõe pra nerds” kkk

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