Cinco Trilhas para Lembrar James Horner: STAR TREK II, COMMANDO, APOLLO 13, TITANIC, AVATAR


Em mais uma homenagem ao compositorJames Horner, recentemente falecido em um trágico acidente aéreo, comentamos a seguir três obras de sua longa filmografia, representando épocas, gêneros e estilos distintos.

ret128booklet.inddSTAR TREK II: THE WRATH OF KHAN *
Selo: Retrograde Records / FSM
Catálogo: FSM-80128-2
Lançamento: 2009

O momento decisivo para a carreira de James Horner chegou em 1982, quando a Paramount estava para lançar a aguardada primeira seqüência do controvertido Jornada nas Estrelas – O Filme (1979). Segundo Horner, o diretor de Jornada nas Estrelas II – A Ira de Khan, Nicholas Meyer, contratou-o para fazer uma trilha com um senso de aventura em alto-mar, e indiscutivelmente teve sucesso nessa empreitada. Horner não titubeou em descartar o famoso tema criado por Jerry Goldsmith para o filme anterior, substituindo-o por um novo de sua autoria, ao qual agregou a introdução da música da série de televisão, de Alexander Courage. Este vibrante “Main Title”, dedicado ao almirante Kirk e à nave Enterprise, é o motivo propulsor do score: nele as dinâmicas orquestrações de cordas, metais e percussão são traduzidas pela orquestra de 94 instrumentos em uma interpretação acima da média. Outro tema importante é aquele dedicado ao vilão Khan – um motivo ameaçador, de quatro notas, que inicia em tom baixo para logo em seguida ser interpretado em alto volume pela orquestra, notadamente nos confrontos da nave de Khan, a Reliant, com a Enterprise, na faixa “Surprise Attack”.

The Wrath of Khan introduziu um grande número de marcas registradas do compositor, que ouviríamos em vários trabalhos subseqüentes (por exemplo, as fanfarras que são quase idênticas às de Krull Rocketeer, o próprio motivo de Khan, presente em trilhas como Círculo de Fogo e Tróia, etc.), agregados a composições extremamente criativas. Acima de tudo a partitura eficazmente captura a visão militarista/naval solicitada por Meyer, transmitindo um senso “náutico” que forma uma ótima coreografia com os visuais. Reparem na cena da Enterprise zarpando da doca espacial: Horner, com sua música, nos faz sentir como se estivéssemos assistindo à partida de um navio pirata comandado por Errol Flynn… De modo geral é uma partitura enérgica e voltada à ação, com seus pontos altos nas memoráveis batalhas “navais” entre as duas naves estelares (“Surprise Attack”, “Kirk’s Explosive Reply”), com alguns momentos contemplativos e líricos onde ouvimos o terceiro tema principal, dedicado ao vulcano Spock. Introduzido na faixa “Spock”, ele será plenamente desenvolvido pela orquestra em “Epilogue/End Title”, quando nos é revelado que o esquife do vulcano encontra-se intacto no Planeta Gênesis.

Em “Battle in the Mutara Nebula” o compositor cria efeitos de eco interessantes para metais e sopro, e faz referência à trilha de Goldsmith ao utilizar o “Blaster Beam”, instrumento de percussão metálico que no filme de 1979 representava a nuvem alienígena V’Ger. E em “Genesis Countdown”, que acompanha os esforços de Spock para afastar a Enterprise do local da explosão que poderá destruí-la, Horner cria uma das mais vibrantes peças de ação e heroísmo já escritas.  Em suma, A Ira de Khan pode não ser melhor que o trabalho anterior, de Goldsmith, mas sua grandeza épica a coloca entre as melhores trilhas de Jornada nas Estrelas – feito que não conseguiu repetir em seu segundo e último retorno à franquia em 1984, com sua partitura para Jornada nas Estrelas III: À Procura de Spock.

commandoCDCOMMANDO *
Selo: Varèse Sarabande
Catálogo: VCL 1103 1026
Lançamento: 2003

Na década de 1980, o cinema de ação norte-americano foi dominado por heróis que, sozinhos, eram capazes de enfrentar exércitos de inimigos. Interpretando estes verdadeiros super-homens, Silvester Stallone (Rambo) e Arnold Schwarzenegger (Conan, O Exterminador do Futuro) alcançaram o estrelato e se tornaram, por anos a fio, os maiores astros do gênero nos cinemas e nas vídeo-locadoras. Realizado pelo diretor Mark L. Lester em 1985, este Comando para Matar foi o primeiro filme de “Schwarza” após seu estrondoso sucesso como o cyborg assassino de O Exterminador do Futuro (James Cameron, 1984). Com este filme também se destacou o produtor Joel Silver, que ficou célebre por levar às telas franquias famosas como Máquina Mortífera, Duro de Matar, Predador e Matrix.

Acompanhando esta aventura de pura ação, temos um vibrante score de James Horner, que por esta época continuava desenvolvendo uma série de motivos e idéias musicais que seriam retrabalhados em diversos dos seus trabalhos. Era comum ele empregar dois estilos distintos – um eminentemente orquestral, habitual em suas incursões na fantasia (Willow), ficção científica (Jornada nas Estrelas II, Aliens) e dramas; outro mais pop, reservado para policiais e thrillers urbanos como 48 Horas, Mistério no Parque Gorky e Inferno Vermelho (também estrelado por Schwarzenegger), onde à orquestra eram acrescidos instrumentos elétrico/eletrônicos. De um modo geral, o estilo “urbano” ou pop de Horner privilegiava um conjunto instrumental formado por saxofone e sopros, bateria, sintetizadores e percussão. Como de hábito, scores nessa linha assemelham-se muito um com o outro, fazendo com que, em determinados trechos, os mais desavisados pensassem estar ouvindo a mesma trilha sonora.  Commando pertence a este segundo estilo, no qual o compositor utilizou, com intensidade, as steel drums, instrumento de percussão típico dos ritmos caribenhos.

E justiça seja feita: a trilha de Comando para Matar é, na minha opinião, a melhor dessa categoria. No entanto, é de se ressaltar que a música de Horner não é ouvida na maior parte das cenas de ação, já que ela as antecede ou as sucede. Um artifício inteligente, de modo a evitar que a música fosse soterrada pelos efeitos sonoros destes segmentos. Em “Prologue/Main Title”, que acompanha os créditos iniciais, Horner introduz o tema principal do score, uma composição percussiva onde a base instrumental, conduzida pelas onipresentes steel drums, pontua as primeiras – e musculosas – visões que temos do protagonista. Quando surge sua filha, a seção de cordas é ouvida pela primeira vez, interpretando o tema suave que representa o relacionamento pai e filha. Não é um tema especialmente memorável, mas funciona às mil maravilhas acompanhando as tentativas de Arnold em expressar sentimentos paternais. Além de ser uma das raras ocasiões no disco em que os violinos são ouvidos, este também é um dos poucos momentos em que o score adquire um tom mais terno e afetuoso.

A partir daí, a partitura torna-se, praticamente, um exercício de ação até seu final, com poucas concessões para alguns momentos de tensão e suspense no estilo típico do compositor. A música, percussiva e às vezes ritmada, é levada pelo ensemble central, secundado pela orquestra ou seções específicas dela – destaco as intervenções curtas e “musculosas” dos metais, mais do que adequadas se considerarmos a temática e o protagonista do filme. O score de Commando, indiscutivelmente, é mais do que recomendado para fãs de Horner (é um dos trabalhos marcantes da primeira fase de sua carreira) e das trilhas de ação.

apollo13CDAPOLLO 13 **
Selo: MCA
Catálogo: MCA3P-3432
Lançamento: 1995

O suspense é uma marca registrada do realista filme Apollo 13,  estrelado por Tom Hanks e dirigido por Ron Howard. O roteiro de William Broyles, Jr. e Al Reinert é baseado no livro de Jim Lovell e Jeffrey Kluger, “Lost Moon”, sobre a malfadada missão à Lua ocorrida em 1970. E um dos pontos altos do filme é a trilha sonora composta por James Horner, que é elegante, melancólica e patriótica, usando coro, metais e percussão com eficiência e profusão sem, contudo, se tornar irritante.

A primeira faixa, “Main Title”, começa com percussão vigorosa, após a qual um solo de trompete (tocado por Tim Morrison) apresenta o tema principal do filme. A segunda faixa, “Lunar Dreams” é uma versão “canção de ninar” do tema principal, iniciando com trompete e depois sendo tocada por flauta, e acompanha Tom Hanks confidenciando a Kathleen Quinlan seu desejo em viajar para a Lua. O começo de “All Systems Go – The Launch” possui um tom quase religioso, antes que o trompete e a orquestra inteira assuma o comando. A tensão na música cresce ao longo da faixa até o momento de acionamento dos motores do foguete Saturno 5, quando, então, o ritmo aumenta e se torna furioso, indicando a ascensão da espaçonave pelos céus. Logo após a entrada do foguete em órbita terrestre, a música se torna calma e em tom quase celestial com a entrada do coro. Esta é, sem dúvida, uma das melhores peças já escritas por Horner.

Em “Docking” temos uma melodia “fantasmagórica”, assumindo um ritmo compassado através de eficiente orquestração. Já “Master Alarm” é pura música de ação. Horner faz uso de seu estrondoso piano, e percussão é tocada ao fundo o tempo todo, tornando real a sensação de perigo. A música termina de uma maneira calma, mas não menos dramática. “Into the LEM”, em ritmo agitado, apresenta a correria dos astronautas em busca de uma solução para conter o vazamento de oxigênio da espaçonave. Em “Dark Side of the Moon”, Horner faz uso da voz de Annie Lennox para criar uma sensação de solidão e desolação, e o trompete solo de Tim Morrison apresenta o tema principal em tom patriótico para representar a coragem dos astronautas enquanto circulam a Lua. Ouvindo essa faixa, pode-se ter uma idéia do que eles estavam vivenciando no espaço. “Carbon Dioxide” tenta dar uma sensação de tensão enquanto a equipe do Controle da Missão, em Houston, tenta desesperadamente encontrar uma solução para a queda de oxigênio dentro da cabine da espaçonave e o conseqüente aumento de dióxido de carbono.

“Manual Burn” começa com um tom tranqüilo, mas logo assume um ritmo feroz, à medida que os motores da cápsula são ligados e a espaçonave dança freneticamente no espaço tentando encontrar uma rota segura. “Four More Amps” é iniciada com uma batida em ritmo compassado, quando então entra a orquestra, provocando tensão. “Re-entry & Splashdown” é uma música magnífica. Aqui, a percussão ajuda a dar a sensação de tensão e drama. No final, o tema principal é reapresentado de forma triunfante até a tensão desaparecer, quando um eficiente “crescendo” com coro e orquestra encerra a faixa e a aventura da Apollo 13. “End Titles” começa com a voz de Annie Lennox acompanhada por sintetizador e percussão, após o que o coro e orquestra assumem o comando e, ao final, se encerra com um solo de trompete.  Na minha opinião, ouvimos o momento mais sublime durante a faixa “All Systems Go – The Launch”, na qual temos a tensão da contagem regressiva e o ronco estrondoso dos motores do Saturno 5… você pode sentir o chão vibrando!

Titanic-CDTITANIC *
Selo: Sony
Catálogo: SNY 63213
Lançamento: 1997

Titanic certamente não é o melhor trabalho de Horner, no entanto é o mais conhecido e vendido, estando eternamente ligado a uma das maiores bilheterias da história do Cinema. Além disso, rendeu ao compositor um Globo de Ouro e dois Oscars – de melhor Trilha Sonora Dramática e melhor Canção. Tamanho sucesso e premiações por um score que não representa o melhor do seu currículo não é nenhum demérito a Horner, que além da sua habitual competência em compor músicas que servem ao filme à perfeição, aqui demonstrou um tino comercial admirável.

Desde que entrou para o primeiro time em 1982, com a partitura de Jornada nas Estrelas II, Horner foi muito criticado por repetir-se. Indiferente, continuou a produzir fortes scores para filmes como 48 Horas, Krull, Aliens, Jogos Patrióticos, e belos como os que ouvimos em Lendas da Paixão e Coração Valente. Com esta última partitura e Apollo 13, Horner concorreu ao Oscar em 1996, perdendo-o para Luis Bacalov (O Carteiro e o Poeta). Em 1997, porém, com Titanic o compositor teve mais sorte, levando para casa duas cobiçadas estatuetas.

A música de Titanic possui duas faces: a primeira, abrange o romance proibido entre o casal formado por Leonardo DiCaprio e Kate Winslet, na qual a música é leve, romântica, uma combinação de teclados eletrônicos e melodias irlandesas, na qual também foram utilizados vocais femininos estilo new age; a segunda é plenamente orquestral, com a orquestra dando tudo de si nas longas sequências do naufrágio. Mas a maior inspiração de Horner (se não artística, no mínimo comercial) foi convidar a famosa cantora canadense Celine Dion para interpretar a pegajosa canção “My Heart Will Go On” (hoje um clássico romântico, com letras de Will Jennings), que caiu no gosto do público e ajudou a alavancar as vendas do álbum, mesmo entre os consumidores que habitualmente não compravam trilhas de filmes.

Com este trabalho, Horner deu um passo decisivo para a sua consagração como produtor musical e compositor, similar ao que James Cameron deu como produtor e diretor. Depois que trabalharam em Aliens (1986), ambos juraram que nunca mais participariam de um mesmo projeto, devido aos atritos entre seus egos criativos. Ironicamente, a quebra deste juramento presenteou-os com o prêmio mais cobiçado do cinema. E prosseguiu em mais um arrasa-quarteirões chamado…

avatarCDAVATAR ***
Selo: Fox Music/Atlantic
Catálogo: 521681-2
Lançamento: 2009

Doze anos após Titanic, que vendeu mais de 26 milhões de discos no mundo inteiro e rendeu dois Oscars a James Horner, o compositor e o diretor James Cameron retornaram com o encantador e poderoso Avatar. Em uma trilha que foi forte candidata ao Oscar, o compositor utilizou instrumentos indígenas e nos entregou uma obra épica e belíssima.

“You Don’t Dream in Cryo…” começa com tensão, onde há vozes que lembram a trilha de Horner para Tróia – aliás deve-se salientar que as vozes aqui são muito utilizadas, onde há triste melodia e muito suspense e poder. Com algumas notas que compõem a canção título “I See You”, é um inicio poderosíssimo. Em “Jake Enters His Avatar World” há utilização forte da orquestra, e em uma parte desta faixa há uso de uma Tin Whistle (muito utilizada na trilha de Titanic), e também de outros instrumentos conhecidos aqui na América do Sul, além do emprego do tímpano e da percussão em geral, combinada com a melodia principal executada por violinos. Lembra muito uma outra trilha sua, a de Apocalypto.

Em “Pure Spirits of the Forest” há muito uso novamente de instrumentos indígenas, e após cellos acompanhados da percussão, como se traduzisse uma passagem sonora entre os legattos e arranjos mezzo fortes. Na belíssima “Becoming one of The People – Becoming One with Neytiri” há o uso de voz e percussionistas ao fundo, em uma melodia graciosa e apaixonante ao mesmo tempo… combinando após o uso de instrumentos como o piano e o violão. Lembra um pouco o estilo do compositor em Titanic, no modo com que ele conduz a faixa.

Outro destaque é a tensa “Scorched Earth”, onde Horner encontra sua linha de raciocínio ao nos entregar o emprego da melodia principal sob um outro foco. Já “War” é poderosa, com grande uso de instrumentos de sopro (novamente lembra a trilha de Apocalypto) além das vozes, para dar maior suporte à condução onde há o uso da melodia principal novamente (na primeira faixa era executada pelo oboé, e aqui por trompetes).

A canção titulo do filme, “I See You”, foi uma das canções mais belas de 2009, onde Leona Lewis brilhou com sua linda voz e Horner retornou com um novo hit. Sem dúvida Avatar foi uma das trilhas mais bonitas de 2009, e embora tenha continuado no estilo “repeat”, o compositor saiu-se muito bem neste score épico e inteligente.

* Jorge Saldanha
** Emerson F. C. Paubel
*** Viviana Ferreira

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16 opiniões sobre “Cinco Trilhas para Lembrar James Horner: STAR TREK II, COMMANDO, APOLLO 13, TITANIC, AVATAR”

  1. Adoro as trilhas de James Horner. Titanic foi a primeira trilha sonora de filme que escutei completa e cujo disco comprei. Desde então sou fã de seu trabalho, principalmente depois de escutar a trilha de “A Ira de Khan”. Sendo sincero não gosto muito de seu estilo repetitivo, mas reconheço que suas trilhas casam perfeitamente com os filmes, o que é fundamental em qualquer trilha, e também são ótimas de se escutar fora dos filmes (vide o estrondoso sucesso de Titanic, mesmo não sendo realmente seu melhor trabalho).
    Sua morte prematura foi realmente uma gigantesca perda pro cinema e pra música.

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  2. Nos últimos dias, tenho ouvido (e, em alguns casos, reouvido) trilhas antigas clássicas dele, principalmente da fase dos anos 80. E, surpreendentemente, todas elas revelaram algo novo, que me fizeram admirar ainda mais o homem.

    Os dois Star Trek que ele fez, por exemplo, são ótimos. A Ira de Khan, claro, é melhor, mas o Á Procura de Spock é ótimo também, principalmente quando ouvido na edição especial da FSM, de 2010.

    Coccoon também é uma obra prima imperdível, uma das melhores de toda a carreira dele. E também gostei muito de Brainstorm, um disco muito bom, apesar de curto – cadê as edições especiais que até hoje não foram anunciadas?

    Dos anos mais recentes dele, também fiquei surpreso em redescobrir The Perfect Storm. Admito que não tinha gostado muito dessa quando ouvi pela primeira vez, mas, graças ao James Southall do Movie Wave (que pretende escutar de novo TODAS as trilhas do Horner), dei mais uma chance e descobri que é um score incrível, cheio de energia, drama e ação, e um descendente digno de obras como Sneakers e Apollo 13.

    É sempre bom quando um compositor que você gosta pode ser redescoberto assim, e eu planejo inclusive ouvir trilhas dele que até hoje eu evitei, como 48 Hrs. e Apocalypto.

    Curtido por 1 pessoa

    1. Apesar de ser um grande fã de trilhas orquestradas, eu sempre procurei evitar de ouvir os CDs dele. Entretanto, concordo com seu ponto de vista sobre Brainstorm. Consegui o album com um amigo, e me apaixonei pela trilha. Mais particularmente, pelo tema de Karen.

      Quanto à Star Trek III, é uma trilha que eu sempre considerei uma cópia do dois. Ela tem seus momentos mas, só pelo fato do Horner não ter procurado um jeito de melhorar o tema principal (tal como Goldsmith fizera no capitulo cinco), me deixa com aquela sensação de que estou vendo (ou ouvindo) A Ira de Khan novamente… Mas não deixa de ser uma boa trilha.

      E, com essa sua morte prematura, acho que não há um momento mais propício para redescobrir (ou descobrir) seus trabalhos mais antigos. Battle Beyond the Stars, The Hand, Gorky Park, Red Heat e Hummanoids from the Deep (um CD que eu comprei, mas ainda não ouvi…).

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