Avengers_uiltron_CDMúsica composta por Brian Tyler, Danny Elfman
SeloHollywood Records
Catálogo: 4877018
Lançamento: 19/05/2015
Cotaçãostar_4

Quem iria imaginar que a Marvel, que estava quase falida durante a década de 1990, sendo obrigada a licenciar seus personagens para adaptações que beiravam o ridículo (como os infames Capitão América de 1991 e o Quarteto Fantástico de 1994), hoje se tornaria esse grande império midiático? Depois de, finalmente, obter sucesso junto ao público e a crítica com franquias como Homem-Aranha, de Sam Raimi (Columbia / Sony), e X-Men, de Bryan Singer (Fox), a Casa das Ideias teve algum cacife para começar a produzir e a bancar suas próprias produções. Assim, teve início um grandioso e arriscado projeto, que visava reunir, sob um mesmo universo, personagens como Homem de Ferro, Hulk, Thor e Capitão América, que teriam seus próprios filmes e depois se reuniriam num épico crossover. A ideia foi um sucesso, com Os Vingadores (The Avengers, 2012) se tornando a terceira maior bilheteria da história, catapultando os rendimentos dos filmes seguintes dos personagens, e permitindo inclusive que a Marvel se arriscasse com produções como Guardiões da Galáxia (Guardians of the Galaxy, 2014), e se expandisse para outras mídias, como a televisão, em séries como Agents of SHIELD, Agent Carter e Demolidor – esta última iniciando uma espécie de sub-universo compartilhado na Netflix, com heróis mais urbanos e soturnos da editora.

O último blockbuster do estúdio é Vingadores: Era de Ultron (Avengers: Age of Ultron, 2015), continuação do filme de 2012, que traz novamente os chamados heróis mais poderosos da Terra enfrentando uma nova ameaça: o vilão do título, uma inteligência artificial criada por Tony Stark para assegurar a paz mundial, mas que acaba decidindo que, para atingi-la, deverá exterminar toda a humanidade. Além disso, os heróis também terão que lidar com os gêmeos super-poderosos Pietro e Wanda Maximoff, que guardam certo desejo de vingança contra Stark, e com o misterioso Visão. Novamente dirigida por Joss Whedon, a aventura estreou este fim de semana em muitos lugares do planeta, inclusive o Brasil, e promete render horrores nas bilheterias.

Musicalmente, o universo cinematográfico da Marvel tem sido bastante irregular. Na Fase 1, tivemos trabalhos verdadeiramente ruins, como o de Ramin Djawadi para Homem de Ferro (Iron Man, 2008), ou aquém de seu potencial, no caso dos scores de John Debney para Homem de Ferro 2 (Iron Man 2, 2010) e Patrick Doyle para Thor (idem, 2011). Apenas em Capitão América: O Primeiro Vingador (Captain America: The First Avenger, 2011) o estúdio entregou uma trilha verdadeiramente de qualidade, com Alan Silvestri fornecendo um score orquestral à moda antiga e ainda entregando um tema marcante para o Sentinela da Liberdade. A parceria deu tão certo que Silvestri retornou para Os Vingadores, porém, embora ele tenha composto outro ótimo tema heroico para o grupo, seu score não teve a mesma recepção calorosa.

Agora, algo parecido promete acontecer em Era de Ultron. Brian Tyler, nova “prata da casa”, foi muito elogiado por seus trabalhos em Homem de Ferro 3 (Iron Man 3, 2013) e Thor: O Mundo Sombrio (Thor: The Dark World, 2013), de modo que ele foi o escolhido para musicar a nova aventura do grupo. Sua intenção era nobre e louvável: trazer de volta seus marcantes temas para o Homem de Ferro e o Thor, e alguns dos anteriores de Silvestri, incluindo o do Capitão América, de modo que, finalmente, o universo Marvel tivesse alguma coesão musical, algo que costumava ser indispensável a qualquer franquia, mas que hoje é relegado a um plano menor pelos estúdios (que o diga a Fox e sua salada musical com os X-Men). Assim, apesar de haver torcido por um retorno de Silvestri à franquia, tive que reconhecer que a contratação de Tyler era uma decisão inteligente.

Acontece que, em fevereiro deste ano, o mundo das trilhas sonoras foi sacudido com a notícia de que Danny Elfman iria compor música adicional para o longa. Uma chuva de especulações inundou a internet: qual exatamente seria a participação de Elfman no score? Estariam os produtores tão insatisfeitos com o trabalho de Tyler que decidiram chamar outra pessoa para retrabalhar a música? Com o passar do tempo, o papel de Elfman cresceu (ao ponto de receber o co-crédito pela música, ao invés de aparecer apenas como compositor de música adicional), enquanto as dúvidas e as incertezas continuaram a aumentar. Hoje, a explicação mais aceita é de que Tyler estava ocupado demais com Velozes e Furiosos 7 (Furious 7, 2015), e não pôde completar seu score, de modo que outro compositor foi necessário.

E, na verdade, não foi uma escolha ruim. O ideal teria sido escalar o próprio Alan Silvestri, mas a Marvel também poderia muito bem chamar um dos inúmeros ghost writers que existem em Hollywood, o que sairia bem mais barato – mas, em vez disso, resolveram contratar um verdadeiro especialista em trilhas de super-heróis. Afinal, além de seus trabalhos em produções como Homem-Aranha (Spider-Man, 2002) e Hellboy II: O Exército Dourado (Hellboy II: The Golden Army, 2008), o sujeito foi responsável por uma das maiores trilhas de heróis de todos os tempos: a inesquecível Batman (idem, 1989). Ou seja, os produtores não queriam uma trilha qualquer. Dessa forma, o que poderia sair desta promissora mistura?

Primeiramente, uma coisa deve ser deixada clara: apesar dos dois terem recebido crédito igual, é importante notar que eles não trabalharam lado a lado. É diferente, por exemplo, dos dois primeiros filmes da trilogia Batman de Christopher Nolan, na qual Hans Zimmer e James Newton Howard estiveram envolvidos juntos desde o início. Na verdade, aparentemente Elfman só entrou quando Tyler havia completado sua parte do score, assim, os dois não trabalharam juntos. Até mesmo no disco as faixas são creditadas separadamente. Dessa forma, fica mais fácil dizer qual foi exatamente o papel que cada um desempenhou.

O álbum, lançado pela Hollywood Records, possui 77 minutos. Destes, aproximadamente 49 minutos são de Tyler e 28 são de Elfman. Ou seja, o score está dividido entre cerca de 60% para o primeiro e 40% para o ex-Oingo Boingo. Ambos possuem características muito particulares de composição e orquestração e, ainda que as mantenham nesta trilha, felizmente ela não soa incoerente ou desconjuntada. A intenção tanto de Tyler quanto de Elfman aqui foi clara: produzir um score orquestral, enérgico e grandioso, como um blockbuster desses necessita – o que é um alívio, comparado aos esforços mais frios, eletrônicos e super-produzidos do pessoal da Remote Control em longas de heróis. Assim, como os dois trabalharam separadamente, também analisarei o score em separado.

Comecemos por Tyler. O sujeito já é um dos reis do cinema de ação atual, e, tendo composto para tantos filmes carregados de adrenalina, explosões e efeitos especiais, seu trabalho aqui não poderia ser nada menos do que competente. E é aí que está o problema: em Era de Ultron, sua trilha é basicamente competente, porém, não traz nada de novo. Há muita ação e explosões orquestrais, porém, não é nada que Tyler já não tivesse feito antes. Temo que ele esteja ficando acomodado e confortável, ao invés de procurar evoluir, fazer coisas novas e marcantes. O que é uma pena, quando vemos que o score poderia ter sido bem superior.

A faixa Rise Together (divulgada antes do lançamento do disco) é um ótimo exemplo. Em seu primeiro minuto, ela apresenta uma melodia de dimensões épicas e grandiosas, para orquestra e coral, repleta de força e heroísmo. Algo no estilo do que ouvíamos nas épocas de ouro de Goldsmith e Poledouris. Pode parecer meio antiquado nos dias de hoje, mas é isso o que justamente a torna tão inovadora. O que se segue daí para a frente, porém, é mais um trecho de ação típico de Tyler, com muita percussão, cordas frenéticas e explosões de metais. Não é ruim, de maneira alguma, mas também não é original.

Aliás, a escrita de Tyler para os cues de ação seguem seu padrão (ainda) mais agressivo e violento, mostrado em outros trabalhos seus como Controle Absoluto (Eagle Eye, 2008) e Alien vs. Predador 2 (Alien vs. Predator: Requiem, 2007). Em Hulkbuster, por exemplo, há muita percussão tribal, acompanhando violentos ataques orquestrais. Para Seoul Searching, composta para acompanhar parte de uma perseguição na cidade oriental do título, Tyler optou pelo óbvio: taiko drums (que, no entanto, são instrumentos japoneses e não coreanos), junto à orquestra. Por outro lado, alguns cues de Tyler são genuinamente acima da média: além da já citada Rise Together, há também Sacrifice, que começa de forma grandiosa e dramática, quase elegíaca, seguida por orquestrações violentas e frenéticos metais, lembrando um pouco o trabalho do compositor em No Olho do Tornado (Into the Storm, 2014).

Porém, os momentos mais eletrizantes de Tyler na trilha vêm ao final. The Battle traz drama, suspense e ação em seus quatro minutos, e Fighting Back é carregada de tensão. Em Uprising e Outlook, Tyler, surpreendentemente, traz de volta alguns motivos de Silvestri do score anterior. Na primeira, mais para o final, ouvimos um motivo para metais e percussão utilizado pelo seu antecessor para o clímax do longa (no disco, ele aparece na faixa I Got a Ride), e a outra é dominada pelo cue de Silvestri Helicarrier – o que é até apropriado, considerando o contexto em que a faixa aparece no filme. Aparentemente, a intenção de Tyler foi de usar o motivo de Silvestri como um tema para o heroísmo da SHIELD. Até mesmo a curta fanfarra de Silvestri para o Homem de Ferro no primeiro longa dá as caras aqui, durante a batalha que abre o filme (embora este cue não esteja no disco, provavelmente por ter sido retirado do próprio trabalho de Silvestri).

Enquanto isso, ele também teve a tarefa ingrata de compor para algumas dos momentos menos explosivos do filme. Assim, faixas como The Vault e The Mission trazem música de suspense e de “expectativa” que simplesmente não são muito envolventes, consistindo apenas de cordas e sintetizadores. Por outro lado, Vision é uma bela e interessante faixa, na qual as cordas, com fundo eletrônico, acompanham a chegada do personagem do título e sua confusão, hesitação e admiração por finalmente ganhar um corpo.

Quanto aos temas, Tyler, infelizmente, não teve a chance de compor muitos novos, o que é uma pena, dado o grande número de personagens e situações que aparecem no longa. Dos novos temas, dois são mais proeminentes, e ambos tem um certo toque “zimmeriano”, o que não é nenhuma novidade já que, por diversas vezes em sua carreira, Tyler flertou com o estilo do alemão (uma piada frequentemente repetida é que as trilhas de Tyler nada mais são que versões melhor orquestradas dos scores da Remote Control). O primeiro é um tema vilanesco e ameaçador para Ultron. Ele aparece logo na faixa inicial, Avengers: Age of Ultron Title, que traz a orquestra acompanhada por uma enérgica percussão, como no trabalho de Zimmer em O Homem de Aço (Man of Steel, 2013). Mais tarde, versões menos agressivas do tema, porém repletas de suspense, aparecem em Birth of Ultron e The Vault, e depois de forma mais tensa em Darkest of Intentions e Keys to the Past. Porém, em Fighting Back ele retorna à sua forma mais violenta anterior.

O segundo tema é, na verdade, um love theme para o caso entre Bruce Banner (o Hulk) e Natasha Romanoff (a Viúva Negra), que lembra bastante o tema de Zimmer para Piratas do Caribe: No Fim do Mundo (Pirates of the Caribbean: At World’s End, 2007) – o que não é nenhum problema, já que este é um dos melhores do alemão. No disco, ele é introduzido ao final de Breaking and Entering, interpretado por um melancólico piano. Uma versão mais tensa aparece em The Mission, em violinos e sintetizadores, e depois de maneira mais dramática em Wish You Were Here e Darkest of Intentions. Entretanto, é apenas em The Last One que ele ganha sua melhor interpretação. Nesta faixa, ele aparece de forma triste e trágica, indicando que talvez não haja um bom futuro para um relacionamento entre o monstrengo verde e a espiã da SHIELD. É um belo tema de Tyler, e que ainda revela um talento desconhecido seu: para criar temas de amor para relacionamentos condenados que surgem em meio à guerra, tão frequentes antigamente, e tão esquecidos hoje em dia.

Como foi dito anteriormente, uma das intenções de Tyler ao entrar para o longa era trazer coesão musical ao universo Marvel, retornando com os principais temas dos heróis. Na prática, não é bem isso o que acontece. Analisando o disco, percebemos que os temas relacionados a cada personagem individualmente ficaram a cargo de Tyler, enquanto os do grupo estiveram sob a responsabilidade de Elfman (mais sobre isso em seguida). Os três protagonistas do MCU tem seus próprios temas marcantes, mas, nessa trilha, apenas o do Homem de Ferro é mais proeminente – talvez refletindo o fato de que o herói, interpretado por Robert Downey Jr., é inquestionavelmente o mais popular da franquia. Nas faixas de ação, ele aparece de forma tensa e frenética nas trompas, em Breaking and Entering, e nas cordas, em Fighting Back, bem como numa interpretação grandiosa em Hulkbuster, para acompanhar seu embate com o descontrolado monstro verde. Fora das enormes cenas de batalha, o tema também dá as caras em Birth of Ultron, num solitário piano (uma indicação sutil e inteligente de Tyler ao relacionamento “pai e filho” entre o herói e o vilão), e de forma trágica e dramática em The Battle. Aliás, falando nesta faixa, vale mencionar também que ela é a única em todo o score que faz uma referência ao tema do Thor, em cerca de 2:44. Mas ao menos o Deus do Trovão está em situação melhor que o Capitão América, cujo tema aparece apenas brevemente durante a perseguição em Seul (outro cue que não está no álbum).

Passemos agora para analisar a parte de Elfman. Reportadamente, o colaborador de Tim Burton gravou aproximadamente uma hora de música para o filme, metade disso aparecendo no álbum. Claro, como os editores de música de Hollywood criam um verdadeiro caos na hora de colocar o score no filme, nem tudo foi aproveitado. Assim, há trechos que estão no álbum, mas não estão no filme, e há trechos que estão no filme, mas não no álbum. Apesar disso, com a meia hora de trilha que temos para ouvir, fica clara qual foi a principal missão de Elfman: pegar o tema dos Vingadores de Silvestri e criar uma nova versão “híbrida”, que agrega sua própria criação. O novo tema dos heróis é introduzido na segunda faixa, Heroes, que mostra que Elfman, apesar de ter utilizado uma orquestração parecida com a de Silvestri (melodia principal nos metais, acompanhamento de cordas), modificou o andamento da música para um ritmo mais marcial. A faixa é composta por duas frases principais: a primeira é uma melodia heroica criada por Elfman, e a segunda é o segmento principal do próprio tema de Silvestri.

A metade do músico californiano do score é basicamente dominada por este novo tema (e é provável que Elfman o tenha utilizado mais do que o próprio Silvestri). It Begins tem diversas participações das duas frases do tema, intercaladas por melodias de ação típicas do compositor – e que incluem até mesmo uma brevíssima menção ao seu recente score para Cinquenta Tons de Cinza (Fifty Shades of Grey, 2015). A longa Inevitability-One Good Eye tem uma construção complexa em seus pouco mais de cinco minutos, variando de tensas atmosferas de suspense a heroicos trechos de ação, que incluem a participação do tema dos heróis. Já Avengers Unite traz uma épica versão das duas frases, com orquestrações grandiosas e coro feminino, uma das marcas registradas de Elfman. Porém, é ao final do disco que ele recebe suas melhores versões. Em Nothing Lasts Forever, ele aparece de forma nobre e respeitosa, como na calmaria após a batalha. Na sequência, New Avengers-Avengers: Age of Ultron, que acompanha a cena de encerramento e os créditos finais, traz o tema em sua forma mais gloriosa, reprisando a primeira e a segunda frase de maneira mais grandiosa (há também uma brevíssima menção ao tema do Capitão América no início).

Além das orquestrações grandiosas, Elfman também fornece alguns bons momentos mais restritos. Em Ultron-Twins há uma bela, porém ameaçadora, melodia para cordas, destacando-se os cellos e os baixos, com participação de sinistros coros. Já as faixas Farmhouse e The Farm apresentam alguns bonitos motivos pastorais, com a adição de um violão à orquestra, dando um clima pacífico e interiorano à sequência que se passa numa fazenda. Entretanto, em Ultron Wakes há um clima mais tenso e sombrio, com cordas, sintetizadores e breves participações do tema dos heróis nos trompetes.

Se fôssemos dividir o álbum em duas metades, cada uma contendo as partes de Tyler e de Elfman, teríamos um disco de nota 3,5/5 e o outro com cotação 4/5. Por um lado, Tyler não pôde ou não foi capaz de desenvolver um score memorável como um longa dessa escala pedia; por outro, Elfman faz aqui seu trabalho mais grandioso e orquestral em anos (o que deve agradar aos fãs da ótima fase do compositor no final dos anos 1980 e início dos 1990), porém simplesmente não teve o tempo necessário de tela para entregar uma trilha que poderia ser ainda melhor. Entretanto, é válido lembrar que nenhum dos dois trabalhou nas condições ideais. Com um blockbuster de mais de 250 milhões de dólares, havia pressões de todos os lados, e a Marvel não deu nem a chance de Tyler completar sua trilha, nem permitiu que ela fosse substituída por completo, de modo que Elfman pudesse criar uma inteiramente nova.

O resultado no filme é uma bagunça, com os scores tanto de Tyler quanto de Elfman impiedosamente picotados e esquartejados, enterrados debaixo dos explosivos efeitos sonoros do longa, ou, em determinados momentos, até mesmo substituídos por completo por cues da trilha do primeiro Vingadores. O que é extremamente decepcionante, considerando que, nas condições certas de trabalho, qualquer um dos três, Brian Tyler, Danny Elfman ou Alan Silvestri, poderiam criar certamente um score marcante para um filme que promete ser uma das maiores bilheterias da década. Da forma como está no disco, temos diversos bons momentos, que mostram o talento dos compositores envolvidos, e que são o suficiente para render uma audição satisfatória e divertida. Mas os heróis mais poderosos da Terra certamente mereciam mais.

PS: Talvez você esteja se perguntando porque a cotação do disco é de 4/5, quando eu fiz tantas ressalvas. Ora, simples matemática: se a metade de Tyler vale 3,5 e a de Elfman vale 4, a média aritmética de ambas é de 3,75. Como tal nota seria bastante estranha, é melhor arredondar para cima. Mas a nota é apenas um detalhe, o importante é o que está no texto.

Faixas:

1. Avengers: Age Of Ultron Titles # (00:44)
2. Heroes ## (02:07)
3. Rise Together # (02:23)
4. Breaking And Entering # (03:04)
5. It Begins ## (02:42)
6. Birth Of Ultron # (03:05)
7. Ultron-Twins ## (04:13)
8. Hulkbuster # (04:32)
9. Can You Stop This Thing? ## (01:03)
10. Sacrifice # (02:42)
11. Farmhouse ## (04:03)
12. The Vault # (02:58)
13. The Mission # (02:48)
14. Seoul Searching # (02:49)
15. Inevitability-One Good Eye ## (05:07)
16. Ultron Wakes ## (01:43)
17. Vision # (03:47)
18. The Battle # (04:24)
19. Wish You Were Here # (01:36)
20. The Farm ## (01:14)
21. Darkest Of Intentions # (02:26)
22. Fighting Back # (02:33)
23. Avengers Unite ## (01:08)
24. Keys To The Past # (01:48)
25. Uprising # (02:32)
26. Outlook # (02:38)
27. The Last One # (02:14)
28. Nothing Lasts Forever ## (01:57)
29. New Avengers – Avengers: Age Of Ultron ## (03:09)

# composta por BRIAN TYLER (duração – 49:02)
## composta por DANNY ELFMAN (duração – 28:26

Duração total: 77:29

Tiago Rangel
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